Saturday, December 30, 2006

Taras

Ela é uma puta e mete
Na buceta uma guarrafa pet
Senta em cima apoiada no chão
O sabor é de limão

Mas se gosta de sexo anal
Pega o taco de baseball
Ponha de quatro essa cadela
E enfia no cu dela

Se curte escatologia
Se amarra numa cagada
Agradeça à sacristia
O vídeo da freira tarada

Se seu tesão é em ninfetas
Foda suas virgens bocetas
Com carinho e paternidade
Rezando pra que seja maior de idade

Se é viado e gosta de dar o cu
Não se sinta envergonhado
Espero que um negão zulu
Te deixe todo arregaçado

Se gosta de apanhar e é sado
Leva surra, é espancado
Te apresento um lutador
Que vai fazer você gozar de dor

Particularmente gosto de ser amarrada
Bondage extremo e submissão
Na cama, no chão ou pendurada
Nós e cordas me tesão

Tuesday, November 28, 2006

Neocanibalismo

Amarrada na mesa da cozinha
Sente medo, que aflição
Nas panelas, no pote de farinha
Restos de corpos em decomposição

O cheiro de podre é nauseante
A visão que tem lhe faz chorar
Bem no topo da estante
Sete cabeças pra lhe olhar

Vem descendo pela escada
Com feição acolhedora
Sorriso bonito, roupa arrumada
- Muito prazer, sua executura

Desata os pés, tira a mordaça
Ela gosta de resistência
Corta os dedos com a faca
Seu tesão é a violência

O rosto da vítima desesperada
É amassado à marteladas
Chão coberto de sangue e miolos
Em potes são guardados os olhos

Com uma serra e um machado
Ela começa a desmembrar
Braços e pernas separados
O sangue não para de jorrar

Suas vísceras são arrancadas
Gosta do seu alimento limpo
Na janta, coxas assadas
Ao molho de vinho tinto
Tripas

Com a faca na barriga
Eu arranco suas tripas
Espalho elas pelo chão
Que delícia, que tesão

Nos buracos da sua carcaça
Eu enfio o meu pau
De costas abro suas pernas
Adoro sexo anal

Deixo o seu cu estraçalhado
E vejo que cena mais bonita
Toco uma até gozar e
Despejo minha porra nas suas tripas

Monday, October 09, 2006

Carnificina

Com a serra elétrica do Theo
Parto ao meio sua cabeça
Seu crânio parece papel
Miolos espalhados sobre a mesa

Estouro seus olhos com pregos
Grandes e enferrujados
Sua boca eu custuro
Com um alicate e arame farpado

Seus ossos esfacelo
A golpes de martelo
O que não foi esmagado
Será fraturado

Separo em pedaços seu corpo
Cortar, desmembrar
Quero te ver sangrar
Até estar morto

Ah, suas tripas!
Como pude esquecer?
Vou puxá-las e arrancá-las
Com muito prazer

E depois da carnificina
Fico toda ensanguentada
Vendo os restos da chacina
Me masturbo excitada
Vale tudo na cama

Com você vale tudo na cama
Eu te como e você me ama
Bato na sua cara e te chamo de vaca
Você pega o machado e também a faca

Chupa meu pau e pisa em cima dele
Lambo sua xana, bato sua cabeça na parede
Toda ensanguentada do jeito que a gente gosta
Uma martelada me deixa com fratura exposta

Meto o cabo do machado no seu rabo
Gritando de dor você me deixa excitado
Com dois alicates arranco seus mamilos
Enfio eles na sua boca e te faço engoli-los

Enquanto chupo o sangue sua teta
Enfio também a faca na sua buceta
E depois de te arregaçar toda, desgraçada
Você pede mais com cara de safada

Arranca a faca da buceta e do cu o machado
Me amarra na cama e me deixa tarado
Quando aperta meu saco e morde o meu pau
Eu gozo na sua garganta, sexo brutal
Gestação Intestinal

Violento estupro anal
Gestação intestinal
Restos de carne e infecção
Alimentam o embrião

Ânus começa a dilatar
Uma dor insuportável
Sente vontade de cagar
Um fedor desagradável

Olha dentro da privada
Então chora emocionada
Junto com a merda ela vê
Que acaba de nascer seu bebê

Sunday, June 25, 2006

Menstruação

O meu sangue saindo quentinho
Escorre por minha mão
Meu sangue é tão gostosinho
Sangue de menstruação

Ele tem cheiro de carniça
Tem coágulos e infecção
Mas seu gosto é uma delícia
Me deixa cheia de tesão

Meu sangue é tão gostoso
Que você não pode nem imaginar
Misturado com gozo
Pra você lamber e chupar

Thursday, June 15, 2006

Sexo Brutal

Abriu as calças e tirou o pau endurecido
Não disse nada, permaneceu emudecido
Me amarrou de pernas abertas na cama
Lambeu e chupou toda minha xana

Devorou minhas entranhas como um animal
A carne macia, o sangue quente, sexo brutal
Me levou ao delírio do gozo
Quando me comeu de quatro com seu pau grande e grosso

Enfiou seu membro duro dentro de minha boca
Senti seu gozo quente espirrar em minha garganta
Adorei sua porra, pois não tenho nada de santa
O gosto tão doce quanto mel me deixou quase louca

Arranhou minhas coxas, minhas costas, minha barriga
Dilacerou o corpo tremulo, deixando em carne viva
Deliciou-se com meu sangue, vendo-o escorrer
Mas o desejo em seus olhos era de ver-me morrer

Com uma faca de cozinha ele decidiu me cortar
Fez um arranhão no meu braço mas não pôde parar
E enquanto eu ainda estava consciente
Abriu o meu corpo do esterno até o ventre

Vi ele tirar minhas tripas com as mãos
Arrancando pedaço por pedaço com muito tesão
Vendo com muito gosto minha vida acabar
Ele me penetrou para novamente gozar

Monday, June 05, 2006

Matem

Matem todas as bruxas e ciganas
Estripem-as com tesão e muita gana!
Rasguem os tecidos transparentes
Desfigurem aquelas caras de dementes

Torturem todas as acéfalas wiccas
Porque wicca é minha PICA
Empalem-as em pedaços de madeira
Ateiem fogo e façam uma grande fogueira

Quebrem todas suas articulações
Cortem seus dedos
Furem seus olhos
Arranquem seus corações

Suspendam-as pelos pés
Serrem ao meio, sejamos cruéis
Espalhem no chão todos os pedaços
Para que eu pise em cima com meus lindos sapatos

Saturday, June 03, 2006

Coprofagia Eclesiástica

A beata ajuelhada
Chupa o cu do padre pecador
Ele defeca os restos fétidos
Do seu pútrido interior
Bosta, merda, cocô

O padre defeca na boca da freira
Ela lambe, engole e cheira
Fica lambuzada com a sua caganeira
No chão fica atirada
Com a cara toda cagada

As palavras dos padres nojentos
São como seus excrementos
Ou você engole com amor fraterno
Ou manda eles pro inferno!

http://www.filecabi.net/video/church-of-fudge.html